Reiki Xamânico Inca

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R$300 R$50 até 30/09/2021

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O que você aprenderá

  • O estudante será um terapeuta Reiki na modalidade xamânica
  • Espiritualidade Inca
  • Uso dos 4 elementos da natureza
  • Extração energética de plantas mágicas
  • Desenvolvimento da meditação
  • Conhecimento da Geometria Sagrada da Chakana
  • Realizar cura com cristais
  • Cura de Chakras e sistema energético

Este é um curso prático sobre cura xamânica.

Conhecimentos básicos da energia reiki, assim como ensinamentos sobre como ativar a energia.

Tendo desenvolvido a energia, iremos mergulhar na espiritualidade dos índios incas peruanos e adicionar o uso do típico símbolo inca da Chakana na nossa terapia.

Também estudaremos os conceitos da cura xamânica e aprenderemos a usar os 4 elementos da natureza com o propósito de cura.

Os estudantes podem receber o certificado ao final do curso tanto na teoria quanto na prática e sempre terão o apoio e orientação da Instrutora Karen Prieto.

Para quem é este curso

  • Terapeutas holísticos ou pessoas que desejam se tornar terapeutas
  • Pessoas que desejam autoconsciência

O xamanismo místico Inca

Antes da conquista espanhola, na América do Sul havia uma cultura mística muito especial.

Essa mística era mais intuitiva e naturalista. Havia três maneiras de se conectar com a divindade:

  • Através da meditação
  • Através da dança
  • Através do uso de plantas enteogênicas

As viagens xamânicas ou viagens astrais eram um pilar importante para a conexão com a divindade.

O Império Inca é o resultado de três culturas e civilizações anteriores:

  • A cultura Tiahuanaco
  • A cultura Nazca
  • A cultura Moche

O grande legado que os Incas deixaram para a humanidade é o conceito de ordem do império.

Eles possuíam uma ordem muito harmoniosa, fruto de sua visão da existência por meio dos princípios da Chakana, símbolo que sintetizava sua forma de organizar sua vida, estando em plena harmonia com o universo e a natureza.

O conquistador espanhol Mâncio Serra de Leguizamon (1589), deixou um testamento antes de morrer, onde relacionou a ordem do império Inca com as seguintes palavras:

Encontramos esses reinos em tão boa ordem. Os Incas os governavam de maneira tão sábia que entre eles não havia ladrão, nem perverso, nem adúltero, nem mulher má entre eles, nem havia gente imoral. Os homens têm ocupações úteis e honestas, as terras, florestas, minas, pastagens, casas e todos os tipos de produtos foram regularizados e distribuídos de forma que cada um conhecesse sua propriedade sem que outra pessoa a tomasse ou ocupasse, nem houvesse demandas sobre isso. O motivo que me obriga a fazer essas declarações é a libertação da minha consciência, pois me considero culpado porque destruímos com nosso mau exemplo. As pessoas que tinham tal governo de que gozavam seus nativos estavam tão livres de prisões ou crimes ou excessos, homens e mulheres com os mesmos direitos, o índio que tinha 100.000 pesos em ouro ou prata em sua casa a deixava aberta apenas com um pauzinho encostado na porta como sinal de que o dono estava do lado de fora, com que segundo seus costumes ninguém podia entrar ou tirar nada do que estava ali. Quando viram que colocamos fechaduras e chaves em nossas portas, supuseram que era por medo deles, mas não porque acreditavam que alguém poderia roubar a propriedade do outro, então, quando descobriram que tínhamos ladrões entre nós e homens que procuravam fazer suas filhas cometerem pecados, eles nos desprezaram.

A trilogia Inca e Machu Pichu

Um dos fundamentos da cosmovisão Inca é sua trilogia, composta por:

  1. A cobra – a sabedoria que se esconde nas entranhas da terra, o poder e a energia de nossos chakras da raiz e do umbigo.
  2. O puma – o guerreiro feroz, o poder e a energia do nosso plexo solar.
  3. O condor – a sabedoria exposta no céu, o poder e a energia dos nossos chakras: cardíaco, garganta, terceiro olho e coroa.

O homem está localizado entre essas três energias, e pode unificar todas elas em seu coração, por meio da ativação de seu sistema cardíaco.

Machu Pichu, entre outras cidades, manifesta a conexão homem-natureza que o império Inca procurou capturar em seu legado. Aqui está o Intihuatana, o calendário Inca que significa a amarração do sol.

Este calendário foi fundamental para conectar o Inca com todo o ritmo da natureza, principalmente com as estações. Isso foi ensinado a todos os Incas desde tenra idade.

O Intihuatana era objeto de culto, adoração e também pedagógico.

A jornada mística foi feita por guerreiros fortes, capazes de resistir a uma expansão de consciência muito poderosa.

Os guerreiros foram preparados, com práticas meditativas na natureza e executaram a jornada mística com a ajuda de um xamã, em um local de poder como Machu Pichu por exemplo. Dessa forma, os guerreiros conseguiram tirar a alma do corpo, viajar em uma bolha metafísica por todos os cantos do universo, entre o espaço e o tempo.

Por meio dessa experiência, os guerreiros conseguiram retornar da viagem com uma percepção ampliada da realidade, entendendo a energia do vazio de onde emergiram o universo e todas as suas criaturas, uma prática de crescimento espiritual, para que permanecessem íntegros e nunca caíssem em injustiças ou maldade.

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O xamanismo místico Inca
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O xamanismo místico Inca
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Antes da conquista espanhola, na America do sul havia uma cultura mistica muito especial. Esta cultura era muito mais intuitiva e naturalistica. Havia três maneiras de se conectar com a divinidade: Através da Meditação Através da Dança Através das Plantas enteogênicas As viagens xamânicas ou viagens astrais eram um pilar importante para a conexão com a divindade.
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Meditação Alienígena
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